Campo Grande(MS) – O ex-secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos da Prefeitura de Campo Grande e diretor da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), Rudi Fiorese, foi preso na manhã de terça feira por agentes do Grupo Especial de Combate à Corrupção (GECOC), do Ministério Público Estadual na Operação Buraco Sem Fim. Edivaldo Aquino e Mehdi Talayed, da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos de Campo Grande também também são investigados sobre o serviço de tapa-buraco e vias não pavimentadas na Capital. Em junho de 2023, os três foram alvos da operação “CASCALHOS DE AREIA”, do Ministério Público Estadual (MPE). A investigação constatou, crime de peculato, corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, em contratos para manutenção de vias não pavimentadas e locação de maquinário e de veículos junto ao Município, que ultrapassam R$ 300 milhões. Outro alvo da operação é a empresa ALS, do empresário André Luís Soares, conhecido como André Patrola. Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, e 7 foram presos incluindo documentos na Secretaria de Obras. No cumprimento das ordens e buscas, foram encontrados dinheiro vivo, R$ 429 mil em dois endereços. O coordenador do serviço de tapa-buraco de Campo Grande, Edvaldo Aquino, e o filho, foram levados para a delegacia na terça feira.
Edvaldo é um dos alvos da Operação Buraco Sem Fim, do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc). Já o filho, foi detido ao ser flagrado com entorpecente.
Oito policiais e mais um promotor participaram da operação na casa do servidor, que é comissionado há vários anos na Prefeitura de Campo Grande. As defesas dos citados ainda não se pronunciaram; O governo do Mato Grosso do Sul em nota anunciou a exoneração de Rudi Fioresi na direção da Agesul.
João Flores Junior MTBMS 079
Foto Divulgação MPE.




