Campo Grande(MS) – No fim de janeiro deste ano, um caso de tortura e cárcere privado, feminicídio, chocou a população: Francielle Guimarães Alcântara passou por humilhações e várias dores — ela teve os dentes quebrados, a pele das nádegas arrancadas com gilete e depois água oxigenada foi jogada nas feridas. Torturada por mais de 30 dias, e morreu em casa. Francielle 36 anos teve os dentes arrancados com alicate de unha, foi esfaqueada nas costas e costelas pelo homem, que sempre a levava para o quarto para aplicar as punições. A delegada Maíra Pacheco falou da barbárie em coletiva de imprensa na na manhã de terça feira na Casa da Mulher Brasileira e disse que Francielle não gritava.
Os dois filhos do casal sabiam da violência, um dos filhos nunca presenciou manifestação da mãe
O assassino disse que teve medo de ser responsabilizado pela morte da esposa que segundo ele morreu porque estava doente. E por isso saiu do flagrante e resolveu ir para Cuiabá, capital de Mato Grosso. A delegada disse ainda que Francielle nunca fez nenhum boletim de ocorrência sobre a violência que sofria. Adailton não se arrependeu do assassinato.
A delegada Maíra Pacheco não soube informar qual seria a pena máxima a ser dada ao marido assassino. Ouça a reportagem.
Da redação
Foto; Henrique Kawaminami – CAMPO GRANDE NEWS




