Campo Grande(MS) – Dois advogados e um grupo bandido formado por ex-servidores podem ter desviados R$ 78 milhões que seriam usados na compra de medicamentos de alto custo, para pacientes com Câncer; Os doentes usaram remédios clandestinos e sem eficácia comprovada. A Operação OncoJuris, deflagrada na quinta-feira (23) com o apoio do GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção) do Ministério Público Estadual, da Receita Federal e da Defensoria Pública, prendeu cinco pessoas e cumpriu 21 mandados de busca e apreensão em MS, São Paulo e Minas Gerais. Em Campo Grande, foram presos os advogados Altair Malhada e Victor Guilherme Lezo que atuaram em esquemas de fraudes. As prisões e os mandados de busca foram autorizados pela juíza May Melke Penteado Amaral Siravegna, do Núcleo de Garantias de Campo Grande cumpridos em Campo Grande e Ribas do Rio Pardo, em MS, em São Paulo, Barueri e Itu, em São Paulo; e em Nova Lima (MG). As investigações são de setembro de 2025, apresentada pelo Núcleo de Atenção à Saúde (NAS),
Sobre cooptação de dinheiro público através de decisões judiciais que determinavam o fornecimento de fármacos oncológicos. Depois da liberação de valores por decisão judicial, parte do recurso era retida pelas empresas investigadas como “serviços de assessoria”, enquanto fração reduzida usada na compra dos medicamentos. Existe ainda indícios de fornecimento de remédios sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com inconsistências documentais, ausência de rastreabilidade e falhas no controle de transporte e armazenamento, medidas que podem representar risco concreto à saúde dos pacientes.A força-tarefa ressalta que as investigações permanecem em andamento. Com informações do Campo Grande News.
Da redação
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