Campo Grande(MS) – O vinte e cinco de Maio é o Dia Internacional das Crianças Desparecidas e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, anunciou na terça-feira (25) a Campanha Nacional para coleta de DNA de familiares. Em Mato Grosso do Sul a campanha foi anunciada no mesmo horário pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com Polícia Civil, e a Delegacia Especializada de Homicídios e Coordenadoria-Geral de Perícias, através do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses. Depois do anunciou aconteceu as primeiras coletas de materiais genéticos de dois familiares de Regiane Alves Medeiros da Cunha, 24 anos, desaparecida desde 13 de dezembro de 2018. Ela foi vista pela última vez no bairro São Jorge da Lagoa. David Alves Acunha, 28 anos – Mecânico, irmão da Regiane Alves Acunha, lembra quando a irmã desapareceu
Desiane Alves Medeiros da Acunha, irmã de Regiane disse que depois de fazer o exame do DN espera encontrar a irmã ainda com vida.
Em 5 anos a polícia recebeu 7. Mil 770 ocorrências de desaparecidos, 3.148 delas em Campo Grande. E de 1º de janeiro a 20 de maio já foram registrados 409 desaparecimentos no estado, sendo 183 deles na capital. A coleta de DNA dos familiares dos desaparecidos será realizada no IALF, em Campo Grande e em 11 Unidades Regionais de Perícia e Identificação , em Aquidauana, Bataguassu, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Fátima do Sul, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. A coleta de material genético é voluntária, indolor e precedida da assinatura de um Termo de Consentimento.
Da redação
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