Campo Grande(MS) – Investigação da SaferNet, que trabalha em parceria com o Ministério Público Federal no monitoramento de fraudes eleitorais cometidas pela internet, aponta que ataques hacker sofridos pelo TSE domingo (15) foram uma “operação coordenada” para “desacreditar a Justiça Eleitoral”. O tribunal foi alvo de negação de serviço (DDoS) contra os seus servidores e o vazamento de dados de funcionários. Thiago Tavares, presidente da SaferNet, que faz monitoramento desde o fim de outubro, forneceu ao MPF Ministério público Federal, e ao TSE os dados levantados em tempo real. Trata-se de uma operação coordenada e planejada para ser executada no dia das eleições para desacreditar a Justiça Eleitoral e eventualmente alegar fraude no resultado desfavorável a certos candidatos”, informa Tavares. O senador Alessandro Vieira do Cidadania vai pedir que o Ministério Público que investigue o caso, ele diz que ataque nessa magnitude sugere financiadores.
Alessandro Vieira disse ainda que vai encaminhar oficio ao TSE pedindo mais explicações como a de centralizar a contagem. No domingo passado o presidente do TSE , Ministro Luís Roberto Barroso disse que houve um problema técnico em um dos computadores responsável pelo totalização dos resultados pela primeira vez. Barroso disse ainda que houve tentativa de invasão de Hackers provavelmente arquitetado por pessoas de outro país. Na manhã de segunda feira, 16 de novembro, o vice presidente da república, Amilton Mourão disse que não dá para comparar o sistema de votação do Brasil com o dos Estados Unidos e disse que o processo eleitoral do Brasil é bom,
Ainda na segunda feira, o presidente Bolsonaro disse aos apoiadores no Palácio do Planalto em Brasília que o sistema de votação do Brasil deveria ser confiável e rápido e defendeu o voto impresso, que foi considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.
Da redação




