Campo Grande(MS) – E o que diz a promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo da Cidadania do Ministério Público Estadual, Clarissa Carlotto Torres, em pronunciamento na sessão de terça-feira, 05 de dezembro na casa de Leis municipal sobre o Sinalid – Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos e as medidas junto ao Cadastro Municipal de Pessoas Desaparecidas.
O Sinalid nasceu no Ministério Público do Rio de Janeiro em 2010 e deu tão certo que o Conselho Nacional do Ministério Público decidiu institucionalizar o sistema e levar para todos os MP do Brasil. Cada Estado foi aderindo ao sistema e entrando no próprio programa.
Até abril de 2022, o sistema já atuou com sucesso 18 mil 837 casos de desaparecimento ou com a constatação de sua localização pelos familiares, após o registro do seu desaparecimento no sistema.
No Brasil, são 95 mil registros de desaparecidos no Sinalid. Destes, 10 mil estão em Mato Grosso do Sul e calcula se que mais da metade sejam desaparecimentos voluntários, de pessoas que já retornaram para suas casas.
Da redação
foto Izaias Medeiros / Assessoria de imprensa da Câmara de Vereador




